quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Notícias da Reforma Política...

Correio Braziliense
Marcos coimbra
Com votos a favor de quem é contra e votos contrários de quem é a favor, o financiamento exclusivamente público chega à reta final. Será mesmo aprovado?

Sociólogo e Presidente do Instituto Vox Populi
O financiamento público avança
Nestes dias em que as primeiras propostas de reforma política chegam ao plenário do Senado e enquanto a comissão da Câmara sobre o tema conclui seus trabalhos, muitos se movimentam para apresentar sugestões a respeito do que fazer. É difícil dizer o que sairá disso tudo (se é que alguma coisa vai sair).
Do lado petista, as principais iniciativas vieram do ex-presidente Lula. Cumprindo sua promessa de ser um "embaixador da reforma" depois que deixasse o Planalto, ele dedicou a ela a maior parte de sua agenda ao longo de setembro.
Foram três encontros, com objetivos bem diferentes. O primeiro, restrito a seus correligionários, parece ter sido para que ele se informasse sobre o andamento da matéria no Congresso. Nele, o deputado Henrique Fontana (PT-RS), relator da Comissão Especial da reforma Política da Câmara, bem como outros parlamentares e lideranças petistas, apresentaram suas opiniões.
O segundo teve o intuito de mobilizar alguns partidos da base aliada para a realização de manifestação popular, em Brasília, a favor da reforma, que deverá acontecer no começo de outubro (se tudo correr como imaginam seus idealizadores). Entre os presentes estavam os presidentes das fundações do PT, do PDT, do PSB e do PCdoB. A ideia era engajá-las no esforço de arregimentar sindicatos, associações de estudantes e entidades de mulheres, negros e outros segmentos, para comparecer e pressionar o Congresso.
O terceiro, o mais importante, foi realizado com as lideranças desses partidos e do PMDB, reunidas no Palácio do Jaburu. Contou ainda com a participação do vice-presidente Michel Temer e de outros cardeais peemedebistas. A pauta era mais objetiva, visando a definir um elenco de propostas em torno das quais todos convergissem. O saldo foi magro. Só concordaram com o financiamento público exclusivo de campanhas eleitorais.
A proposta consta do anteprojeto elaborado por Henrique Fontana na Câmara dos Deputados e esteve presente nos trabalhos do Senado desde sua famosa Comissão Especial de reforma Política, aquela dos "notáveis", criada por José Sarney, no início do ano legislativo, com toda pompa.
Lá, ela tinha sido aprovada por ampla maioria: dos 17 senadores presentes à sessão em que foi discutida, 12 votaram pela mudança, incluindo os integrantes do DEM e do PPS. Entre os cinco que preferiram manter o modelo de financiamento que temos, onde recursos públicos e privados são combinados, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) chegou a afirmar ter "até certa simpatia" pelo financiamento exclusivamente público, mas que não votava na proposta por descrer que seu complemento natural, o voto em lista fechada, fosse aceito pelo Congresso. (Curiosamente, o ex-senador Itamar Franco votou pelo financiamento público usando raciocínio oposto, dizendo que fazia isso por ter votado contra a lista fechada.)
Na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, ela foi aprovada, recusada e aprovada de novo. Primeiro, a CCJ derrubou o relatório do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), contrário à proposta. Depois, rejeitou o voto em separado do senador José Pimentel (PT-CE), que lhe era favorável.
Com isso, pareceu que a Comissão rejeitara o financiamento público e não apenas o voto de Pimentel. Foi, aliás, o que proclamou seu presidente.
Estava errado, e Renan Calheiros (AL), na qualidade de líder do PMDB, pediu a retificação do resultado. Foi atendido, o que fez prevalecer a aprovação do novo modelo. Mas a CCJ foi além, considerando que isso significava uma aprovação terminativa, que dispensava a apreciação da proposta pelo plenário e autorizava seu envio direto à Câmara. A oposição não aceitou a decisão e procura as assinaturas necessárias paraa impedir o que entende ter sido manobra de Renan.
Assim, aos trancos e barrancos, entre equívocos e espertezas, com votos a favor de quem é contra e votos contrários de quem é a favor, mas com um time de patronos poderosos, o financiamento exclusivamente público chega à reta final. Será mesmo aprovado?
Duas coisas são certas. Uma, que é um dos temas da reforma política que mais rejeição enfrenta na opinião pública. A vasta maioria das pessoas não concorda que recursos orçamentários sejam destinados às disputas eleitorais. Outra, que é fraco o principal argumento de seus adversários, de que não impede as doações privadas ilegais.
A pergunta não é se o financiamento público resolve o problema, mas se o diminui. E se o modelo vigente é, nesse aspecto, preferível (o que não parece ser).
Valor
Curtas
reforma política
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará de ato em Brasília no dia 4 de outubro para apoiar a reforma política, informou ao site do PT o deputado federal Henrique Fontana (PT-RS), relator da comissão especial que debate o assunto na Câmara. O petista pretende apresentar no dia seguinte ao ato o relatório final do projeto. O texto ainda divide a base. Só há consenso sobre três temas: a realização de referendo para validar as mudanças, o fim das coligações proporcionais e o financiamento público de campanha.
O Estado de São Paulo
Dora Kramer

Reforço de caixa

A reforma política que o PT está propondo à Câmara dos Deputados e que o ex-presidente Lula já encampou como bandeira de luta serve ao partido do poder, mas não serve ao eleitor nem serve para mudar, muito menos para melhorar, o sistema eleitoral vigente no País.
Em alguns aspectos, piora, e por isso é de suma importância que a sociedade se engaje nessa discussão com a mesma disposição com que se alistou no debate sobre a Lei da Ficha Limpa.
É certo que a exigência de vida pregressa sem contas abertas na Justiça para candidatos a representantes populares corre risco. O Supremo Tribunal Federal está para votar a constitucionalidade da lei e pode derrubá-la.
Mas, ainda assim, valeu a pena. Não fosse a pressão exercida sobre o Congresso no início do ano passado, o assunto continuaria fora da pauta nacional, seria apenas uma abstração. A manifestação do STF seja qual for obrigará a algum tipo de solução para o problema.
A dita reforma política engendrada pelo PT é desses assuntos que requerem toda atenção do público. Mais não fosse porque mexe no bolso de todos.
São dois os pontos principais: a instituição do voto em lista mitigado mediante um confuso método misto de escolhas partidárias e nominais e o financiamento das campanhas eleitorais.
Não há no horizonte da proposta nada que favoreça a correção do sistema representativo. O foco é dinheiro e poder.
Quando o PT fala em financiamento público de campanha busca construir um álibi para o julgamento do processo do mensalão no Supremo, baseado no principal argumento da defesa de que não houve corrupção, mas apenas adaptação do partido às exigências impostas pela realidade que obriga partidos e candidatos recorrerem a dinheiro de caixa 2.
Mas não é financiamento público de fato o que propõe o partido. É a constituição de um fundo partidário composto por dinheiro do Orçamento da União, a ser abastecido também por doações de pessoas físicas e jurídicas.
E sem o limite determinado. Hoje as pessoas físicas podem doar o equivalente a até 10% da renda declarada no IR e as jurídicas até 2% do faturamento anual.
Ou seja, ao sistema atual (piorado) acrescenta-se o financiamento público. De quanto? O TSE determinaria o montante, segundo o projeto. Mas, é possível fazer um cálculo aproximado, com base nos R$ 7 por eleitor já propostos em outras ocasiões.
Levando em conta os 135 milhões de eleitores registrados em 2010, teríamos quase R$ 1 bilhão reservado do Orçamento às campanhas. Somado aos atuais R$ 300 milhões do Fundo Partidário e aos cerca de R$ 800 milhões resultantes da renúncia fiscal das emissoras pela transmissão do horário eleitoral gratuito, o gasto público com os partidos ultrapassaria os R$ 2 bilhões.
Isso sem garantia de que não haveria caixa 2.
As doações do fundo dito público seriam distribuídas da seguinte maneira: 5% igualmente a todos os partidos, 15% a todas as legendas com representação na Câmara dos Deputados e 80% divididos proporcionalmente ao número de votos obtidos na eleição anterior.
Ou seja, os maiores partidos de hoje levam a maior parte do dinheiro, o que assegura que continuem sendo os mais fortes. Favoreceria o PT e o PMDB.
Garantida a parte do leão, a distribuição interna entre candidatos só dependeria de um acerto prévio entre as direções e as empresas interessadas, exatamente como é feito hoje.
Os beneficiados? Os eleitos pelas cúpulas do partido para integrar a lista fechada. Por esse sistema o que se teria cada vez mais é a submissão dos parlamentares às respectivas direções, que, no caso dos partidos no poder, significa dizer o governo.
Ah, mas há a possibilidade de se eleger nominalmente metade dos deputados. Por qual sistema?
Diz a proposta: "Dividir-se-á a soma aritmética do número de votos da legenda dados à lista partidária preordenada e dos votos nominais dados aos candidatos nela inscritos pelo número de lugares por eles obtidos, mais um, cabendo ao partido ou coligação que apresentar a maior média um dos lugares a preencher".
Não deu para entender? Pois é, pelo jeito essa é a ideia.
JC Online
Pinga-Fogo
PT faz de tudo para aprovar a sua reforma

O PT planeja um grande ato com Lula, na próxima terça-feira (04), pela aprovação da reforma política. Será no auditório Nereu Ramos na Câmara dos Deputados.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

UEG – LUZIÂNIA SEDIARÁ O IV ENCONTRO DISTRITAL E ENTORNO DE ESTUDANTES DE PEDAGOGIA!

No mês de agosto ocorreu na Faculdade de Educação da UnB o III EDEEPE, onde teve como principais organizadores, estudantes da UnB, UEG-Luziânia e do IESB, que fazem parte da Executiva Distrital e Entorno de Estudantes de Pedagogia. Foram três dias de evento onde reuniu estudantes de pedagogia e pedagogos do DF e Entorno para se discutir e defender os rumos do curso e conseqüentemente da educação.
O tema desse ano foi “EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: O desafio das IES na Formação Docente”, onde ocorreram mesas sobre Movimentos sociais, Análise do novo PNE, Trajetória dos Direitos Humanos, Estatuto da Criança e do Adolescente e diversas rodas de diálogos sobre:LGBT, Relações étnico raciais, Acessibilidade, Mulheres  e Memória e verdade.
Na plenária final além de eleger os novos membros da Executiva Nacional e da Executiva Distrital e Entorno de Estudantes de Pedagogia, foi escolhido o local do próximo encontro.A vontade da maioria era realizar o encontro fora da UnB, pois todos os encontros foram realizados nela, o principal objetivo colocado na plenária é integrar novos estudantes de pedagogia, principalmente os de faculdades particulares e do Entorno.A decisão dos participantes da última plenária ficou em duas faculdade, a UEG - Luziânia e como suplente o IESB.
A direção, coordenação e acadêmicos da UEG-Luziânia aprovaram a idéia da realização do IV EDEEPE(2012) na Unidade, será uma grande oportunidade de valorizar e divulgar a Universidade, além de dar mais visibilidade aos estudantes de pedagogia do Entorno.Lembrando que esse ano três membros da UEG Luziânia entraram na Executiva Distrital e Entorno de Estudantes de Pedagogia , que são eles:Karla Ramalho PIV, Vânia Hipólito  PIII e Railson Bogary PII.
Vamos juntos, acadêmicos e professores! Vamos fazer desse evento um grande encontro de educação e para o município de Luziânia e para Universidade Estadual de Goiás.

Karla Ramalho

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Tributo a Raul Seixas...








Na terça feira do dia 09 de agosto, aconteceu em Taguatinha no "Karekas Bar" mais um Sarau da Tribo das Artes, grandes parceiros dos Radicais Livres, que incluisve se apresentaram no sarau.
O evento teve como tema, o maior Maluco Beleza que já existiu no Brasil, o grande Raul Seixas.Os Radicais Livres apresentaram uma perfomace poética em sua homenagem, misturada com músicas marcantes de sua carreira.
Foi uma noite muito agradável, Raulzito realmente esteve presente naquele tributo. Pra finalizar o evento em grande estilo,  a banda "Dentadura Portiça", que fez a galera dançar e cantar muito.
Parabéns, queridos parceiro culturais da Tribo das Artes!


Karla Ramalho

Confiram o vídeo da apresentação...

terça-feira, 26 de julho de 2011

Diga How invadindooo!!!



O grupo de rap Diga How lança mais um projeto,  o "Diga How Invade" , o rapper Magú  um dos vocalistas do grupo, fez uma visita ao Centro de Atendimento Juvenil Especializado (CAJE), instituição que menores infratores cumprem medidas socioeducativas.
No vídeo,  Magú entrevista funcionários do CAJE para saber mais sobre o trabalho realizado na instituição, também entrevistou alguns menores infratores que relataram a verdadeira realidade do lugar
Você pode conferir o vídeo e tirar suas próprias conclusões...
Parabéns ao grupo Diga How pela iniciativa e estamos todos  esperando  o próximo,"Diga How Invade".

Para conhecer mais sobre o Diga How, confiram a matéria feita com o grupo no Programa Alternativo do SBT.

Diga How, eu recomendo!

Karla Ramalho

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Eu recomendo!

Eu adoro quadrinhos e tirinhas criativas, irônicas e divertidas, por isso recomento um novo blog de tirinhas...


É o blog da Flávia Helena, artista plástica, moradora de São Sebastião e ex aluna do colégio Centrão,  onde também estudei. Na época em que eu fazia parte do grupo de teatro "Sobrinhos do Seu Tião" ela foi figurinista de uma peça que apresentamos(Xadrez, o Jogo da Vida), por isso eu garanto que ela tem talento.
"Ninguém me tiras", eu recomendo!

Karla Ramalho

52º CONGRESSO DA UNE!





Com gritos exaltados do tipo:

UNE, UNE!É PRA LUTAR, É PRA LUTAR!!
RECONQUISTAR,RECONQUISTAR, A UNE É PRA LUTAR!!
O MOVIMENTO QUE EU FAÇO, TEM MULHER EM TODOS OS ESPAÇOS!!
DILMA ROUSSEF, LEGALIZA O BECK!!


Estudantes de todo o Brasil e especialmente da corrente Reconquistar a UNE, participaram do 52º Congresso da UNE realizado na linda cidade de Goiânia- Goiás, foi o primeiro Congresso com uma mulher na Presidência da República, que não teve sua presença, mas teve a presença do ex-presidente Lula na plenária sobre o PROUNI.
Na minha opinião, achei o Congresso relativemente fraco,a UNE tem deixado pouco a pouco de ser revolucionária e combativa e se tornando governista, por mais que o discurso do presidente da UNE fale o contrário.
A Reconquistar a UNE, corrente de oposição  formada por estudantes membros da Articulação de Esquerda do PT, apesar de pequena teve importante participação no Congresso, com delegados bem politizados e participativos nas plenárias, apesar de pouco espaço,  ela vem seguindo seus ideiais, não fechando com outras correntes apenas para obter cargos na diretoria da entidade e assim não vendendo suas ideologias.


A UNE precisa principalmente lutar pela democratização da educação, desde a Educação Básica ao Ensino Superior, precisa lutar contra a elitização das Universidades Públicas, onde os jovens de periferia e principalmente oriundos de escolas públicas não têm acesso e quando tem,  não conseguem se manter  e são obrigados  a abandonarem o curso por questões financeiras, por isso a importância de um grande investimento em assistência estudantil( R$ 1,3 bilhão),além de acabar com o atual modelo pedagógico das Universidades, ainda influenciado pela Ditadura Militar, onde o principal intuito é apenas a preparação para o mercado de trabalho.
A aprovação do novo PNE também foi um tema bastante discutido no Congresso, principalmente em relação aos 10% investido na educação que foi estabelecido na CONAE, mas o MEC vetou, estabelendo 7% até 2020, além de 50% do Pré Sal para educação, que também não foi aprovado pelo MEC.

Nesse ano o Congresso Nacional irá discutir o novo Plano Nacional de Educação e cabe mais uma vez ao Movimento Estudantil participar dessa grande decisão, que com certeza mudará os rumos do país, contribindo cada vez mais para a melhoria da educação e consequentemente a melhoria da sociedade.
A participação da mulher na política, também foi algo bastante debatido, foi notório a grande participação feminina no Congresso, ocupando todos os espaços de discussão,  tendo também a realização da Marcha das Vadias, que tem como principal bandeira a luta contra o machismo e contra a opressão das mulheres na sociedade, além de levantar temas como a Legalização do Aborto, levando essa discussão além do campo religioso, mas sim, como um direito da mulher sobre seu corpo,  deixando de ser crime para se tornar algo de saúde pública, onde o governo invista cada vez mais em orientação sexual nos postos de saúde e nas escolas e quando por vontade própria a mulher querer fazer uma aborto, ter assistência médica do governo.
Ocorreu também a Marcha da Maconha com a participação de 2 mil pessoas, reivindicando a descriminalização da maconha e a legalização das drogas, pois a situação atual só vem aumentando cada vez mais o tráfico e consequentemente levando crianças e jovens para a criminalidade. A polícia deve prender os traficantes e não os usuários, pois o  indivíduo tem plena liberdade para usar o que quiser e  essa questão é mais um caso de saúde pública, onde o governo deve oferecer tratamento gratuito e eficaz para dependentes químicos.
Em relação a maconha já está mais do que provado que seus efeitos não são devastadores como mostra a mídia de massa, as drogas lícitas são muito mais prejudiciais.
Esse foi um pequeno relato pessoal do 52º Congresso da UNE, espero que a luta continue, que a UNE mude de postura e que as reivindicações sejam atendidas.

SOOOU, SOU ESTUDANTE EU SOU, EU QUERO ESTUDAR, PRA SOCIEDADE MELHORAR!!

Karla Ramalho
RECONQUISTAR A UNE

sábado, 28 de maio de 2011

Jau!


Adoro tudo de inovador, principalmente quando se trata de música. Pouco tempo atrás,  através de uma prima minha que é fã de música baiana, conheci Jauperi, um cantor de samba-reggae que mistura a Bahia com o melhor da música, adoro seu som que é ao mesmo tempo empolgante e envolvente, misturado com esse sotaque baiano que encanta e que embeleza qualquer música.
Jauperi começou cedo, foi cantor da banda Olodum, e levou o som da Bahia para fora do país, participando de shows pela Europa e pelos EUA, compôs junto com Caetano Veloso e dividiu o palco com Marisa Monte,Tracy Chapman, Courtney Pine, Jimmy Cliff, Daniela Mercury, Paralamas, Gilberto Gil, Maria Gadu, Zeca Baleiro e muitos outros.
Jauperi levou o som e a ginga baiana do Pelourinho para o mundo. Eu adorei seu novo cd,   está perfeito do início ao fim, um som pra balançar e também pra curtir juntinho com alguém.
Vamos combinar, além de super talentoso esse baiano é um charme!

JAUPERI,  VIREI FÃ!



Amar é bom
Quando a gente ama
A gente se respeita
Amar é bom
Se a gente se gosta
Tudo se endireita
Amar é bom
Bom, bom, bom
Amar é
Amar, amar, amar
Um amor...(JAUPERI)

O DESMONTE DA EDUCAÇÃO ESPECIAL/INCLUSIVA PELO GOVERNO IBANEIS

  O atual governador Ibaneis fez sua campanha eleitoral afirmando que a educação seria prioridade em seu governo. No entanto, o que se tem v...