sábado, 24 de dezembro de 2011

2012 O MUNDO NÃO ACABA...É APENAS O RECOMEÇO!







1Lá se vai mais um ano, 2011 pra mim foi um ano de decisões, fim de ciclos, fim de namoro, ano de burocracias, ano de perdas e conquistas.Fecho no ano de 2011 uma das mais importantes fases da minha vida,pois terminei a faculdade e não sou mais uma universitária, agora eu tenho uma profissão e com isso veem as grandes responsabilidades.

Saio da cidade que morei durante quatro anos para estudar e volto para o meu lar, para minha amada cidade, São Sebastião e aqui quero continuar a minha militância que interrompi por conta da faculdade e da mudança de cidade.

Em Luziânia militei muito também, entrei para o movimento estudantil, fundei junto com outros companheiros, o Diretório Acadêmico Honesitno Guimarães, organizamos duas Calouradas inesquecíveis, manisfestamos e nos divertimos muito também.

O que Luziânia realmente me trouxe, foi grandes amigos, amigos que levarei para toda a vida, pessoas que pude contar nos momentos mais  difíceis da minha vida, pessoas que levarei para sempre no coração.

Minha maior vitória nesse ano foi a minha monografia, superei meus conhecimentos e minha capacidade de escrever algo realmente relevante para todos os Pedagogos que tentam se encontrar na profissão.Na minha banca examinadora só tive grandes nomes, que foi o Dr.Jorge Adão, o Dr Admário Luiz de Almeida e a minha orietandora Msc Nara Rúbia Miranda.Na média final fiquei com 9.7 e um diploma na mão garantido.Agora é correr atrás de um emprego com um bom salário, correr atrás do meu “ganha pão”.é importante lembrar que sem o apoio do meu pai, Francisco Ramalho, não chegaria nem a metade do caminho,por isso dedico essa vitória a ele.

Em 2011 eu e meus companheiros Radicais Livres conseguimos arrumar nossa ONG que quase foi destrída por corruptos e não temos vergonha nenhuma  do recomeço, pois nossas reais ideologias prevalecem e em 2012 estamos voltando com tudo.
Em 2011mudei de emprego, comecei a trabalhar em uma clínica de crianças especiais, que foi um experiência única na minha vida, um trabalho que contribuiu muito para minha profissão e para minha essência como ser humano.

 Amei muito em 2011,amei mais que o normal, pois muitos não acreditam, mas eu sou puro amor, puro amor, sempre.Um amor que dura a madrugada inteira, mas  é o meu  amor verdadeiro é tudo que eu posso ofertar.Confesso que na minha mente ainda prevalecem meus amores do passado, esses vão ser difíceis de sair e me acompanharão por longos anos.




23 anos de idade, Pedagoga,ainda morando com o meu pai, começando minha especialização, solteira, mais gorda, mais insana, mais experiente, acho que estou preparada para o que vem por aí, estou preparada

Não gosto dessa nostalgia de final de ano, não vou fazer planos para 2012, quero apenas que as coisas boas do ano de 2011 continuem, se multipliquem. 2011 foi realmente marcante, me sinto um ser humano bem melhor.

Dedico o ano de 2011 a todos os meus grandes amigos que conheci em Luziânia, vocês serão eternos, que venha 2012!!!


2012 O MUNDO NÃO VAI ACABAR...É APENAS O RECOMEÇO!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

DEBATENDO O NOVO PNE!



No dia 10 de novembro ocorreu na UEG um debate sobre o novo PNE, organizado pela Executiva Distrital e Entorno de Estudantes de Pedagogia (EXDEEPE)  e pela Coordenação de Pedagogia da UEG.Todas as turmas de Pedagogia da Unidade foram convidadas, além de conselheiros municipais, vereadores, professores e diretores da rede de ensino municipal.
A principal intenção do evento foi fazer uma análise do novo PNE que será aprovado no fim desse ano e com isso trazer propostas para sua reformulação e encaminhar até o Conselho Nacional de Educação.
O debatedores foram a deputada federal Érika Kokay, o professor especialista Cláudio Hugo Conelheiro ,como mediador o Dr.Jorge Adão e como relatora a discente da Unidade Karla Ramalho que também é membro da EXDEEPE.
O Professor Cláudio Hugo iniciou o debate fazendo um contexto histórico sobre  elaboração do novo PNE, ressaltando que sua elaboração foi feita de uma maneira democrática,pois foi inspirado nos texto da Conferência Nacional de Educação que contou com a participação de representantes de todas as áreas da educação, juntamente com representantes do governo.
Afirmou também que o Plano Nacional de Educação deve ser articulado com os Estados e municípios, sendo que eles também devem elaborar seus Planos de Educação, inspirados no PNE.
Falou também sobre a importância de se universalizar a Educação Infantil , com recursos que cheguem a 100% não somente a metade como deixa claro o PNE. É preciso se pensar também sobre em se exigir que os monitores que trabalham na Educação Infantil também tenham o ensino superior. Segundo ele, além de universalizar o acesso a educação é necessário principalmente garantir a qualidade das escolas.
            A Deputada Federal Érika Kokay  falou  que todas as políticas públicas são inter-relacionadas e que deve se pensar principalmente no profissional de educação.Em uma de suas falas Erika deixou bem claro que:
“Nada da educação substitui a relação entre professor e aluno
“Na discussão do PNE, nós temos que experimentar o universo da escola para que ela seja um espaço de construção de pessoas que se sintam pessoas, valorizando o direito da pessoa humana”.
Ressaltou que as políticas públicas devem principalmente pensar no profissional e que a educação pouco cuida do educador,fazendo com que muitos se desmotivem no exercício da profissão e  que há a necessidade de se investir 10% do PIB na educação,pois é preciso cada vez mais investimentos, para dotar as escolas com qualidade e valorizar o professor.
Segundo ela é  preciso também universalizar o combate ao analfabetismo, pois o PNE passado, pouco atingiu as metas voltada para a EJA, assim como outras metas.Falou também da escola ser um importante espaço de convivência cultural e uma boa idéia para a realização disso seria trazer Pontos de Cultura para dentro das escolas.Para ela  a verba do  Programa ProUni deve ser voltada para a educação pública já que hoje o programa  traz subsídios para as faculdades particulares,  apesar de ter beneficiado muitos jovens de baixa renda.
No momento da fala da plenária, houve importantes colocações, o professor Otto indagou sobre até quando a educação do nosso país vai primar primeiramente pela quantidade do que pela qualidade e que hoje se gasta muito mais com um preso do que com um aluno.
A Vereadora Cassiana Tormim, afirmou que os vereadores devem se preocupar com as questões do PNE e que muitas vezes eles não sabem como fazer isso.Érika sugeriu que é importante que os vereadores também formem comissões para se discutir a educação.
A acadêmica Karla Ramalhou do curso de Pedagogia observou que o novo PNE pouco fala do Pedagogo, da valorização do magistério e de investimento em cursos de formação continuada para os Professores.
O acadêmico do curso de Pedagogia, Ailton, disse que tem medo da educação do futuro se não houver investimentos necessários e que a escola não deve mais excluir a cultura negra e que é importante se estudar a história da cultura negra nas escolas que por muito tempo foi esquecida.
 A acadêmica de Serviço Social da UnB, Silvia Fernandes, ressaltou que é importante aumentar o acesso a educação superior pública do país e que isso é uma das principais lutas do Movimento Estudantil.
A coordenadora do curso de Pedagogia, Edilma Tavares, falou que a educação não pode ficar apenas do discurso bonito, mas sim em ações que realmente transformem. É preciso que todos os profissionais se disponham a ter compromisso com a educação e que se discutir o PNE deve ser algo constante.
Cláudio Hugo em uma de suas últimas falas, disse da importância de momentos como este para a valorização da nossa unidade, principalmente nesse momento difícil na qual ela está passando.
Para finalizar o debate a Deputada Érika Kokay disse que o PNE não deve ser um instrumento para se construir metas, mas sim para alcançar as metas para a educação do país e que ele não deve andar apenas na linha em que o governo está propondo, mas é preciso que a sociedade se aproprie, dele para que a sociedade avance na igualdade de direitos, pois todo ser humano tem o direito de ser feliz.

domingo, 16 de outubro de 2011

15 DE OUTUBRO: DIA DO PROFESSOR, DIA DE LUTA!

Dia do Professor com muita luta pela frente

Comemorou-se ontem (15 de outubro) o Dia do Professor. O Sindicato dos Professores do DF (Sinpro-DF), comemorou a data com a tradicional Festa do Professor, que este ano contou com a apresentação do artista Nando Reis, lotando o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade. Apesar da alegria da data festiva, a categoria dos professores ainda tem muito o que conquistar, tanto no DF quanto nacionalmente.
No Distrito Federal, os professores estão mobilizados pela reestruturação do Plano de Carreira da categoria, que está em discussão com a Secretaria de Educação do GDF. “Um dos nossos principais objetivos nessa discussão é obter a isonomia com as demais categorias de nível superior do GDF. Apesar da importância do nosso trabalho, o professor ainda é uma das carreiras menos valorizadas no serviço público”, destaca Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF. Sobre esse processo, o Sinpro convoca todos os professores para uma Assembleia Geral nesta terça, dia 18, no estacionamento do Mané Garrincha.
Em nível nacional, os professores aproveitam o 15 de outubro para reivindicar o cumprimento da Lei do Piso, sancionada pelo ex-presidente Lula em 2008 e confirmada pelo STF no início deste ano, mas ainda descumprida na maioria dos estados brasileiros. Em Minas Gerais, por exemplo, um professor não licenciado chega a ganhar pouco mais de R$ 600 por uma jornada de 40h semanais, enquanto a Lei do Piso estabelece um valor mínimo de R$ 1,187.
Outra importante mobilização da categoria é pela definição, na próxima edição do Plano Nacional de Educação (PNE 2011-2020) da meta de 10% do PIB para a educação. Entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE) também apóiam a reivindicação. A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) convoca para o dia 26 deste mês, aqui em Brasília, uma marcha intitulada “10 mil pelos 10% do PIB para a educação”. 
André Shalders
Assessoria de Imprensa

PT-DF discute reforma estatutária com parlamentares e dirigentes partidários
O PT do Distrito Federal realizou na manhã deste sábado (15) uma reunião ampliada para discutir as mudanças introduzidas pela Reforma Estatutária realizada na Etapa Extraordinária do IV Congresso, ocorrida em Brasília em setembro. A mesa do evento foi composta pela secretária de Formação do PT-DF, Auriene, pelo secretário de Comunicação, Raimundo Júnior, pelo Presidente do PT-DF, Roberto Policarpo, pela deputada federal Erika Kokay e pela secretária de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do GDF, Arlete Sampaio.
Arlete Sampaio abriu o encontro com uma avaliação da Resolução Política aprovada no IV Congresso. “Eu saí muito feliz daquele Congresso pois me pareceu que as pessoas estavam um pouco mais livres das amarras ‘tendenciais’ para colocar seus posicionamentos. O PT mostrou mais uma vez seu espírito audacioso, pautando na Resolução temas que ninguém mais tem coragem de colocar, como a bandeira da democratização da comunicação através da aprovação de um marco regulatório para o setor”, disse Arlete.
Conforme a proposta, Raimundo Júnior deu seguimento ao evento esclarecendo os presentes, na maioria presidentes das diferentes zonais do PT-DF acerca das principais modificações estabelecidas pelas mudanças estatutárias. “O PT sempre foi pioneiro na introdução de mecanismos que ampliem o debate e a democracia interna. Fomos o primeiro partido no País a regulamentar, por exemplo, o direito à tendência e a admitir a pluralidade de opiniões dentro do partido. Não poderia ser diferente na presente reforma estatutária”, disse ele.
“O IV Congresso estabeleceu uma série de mecanismos para reavivar a vida interna do partido. Nos últimos PEDs, temos registrado uma média de oito a nove mil votantes no DF, ao passo que o cadastro geral de filiados aqui no PT-DF gira em torno de trinta mil pessoas. Por isso é necessário estabelecer mecanismos para trazer esses outros dois terços para a vida partidária efetiva”, completou Raimundo Júnior.
A deputada federal Erika Kokay ficou responsável de fazer um repasse sobre o andamento do processo de reforma política, que ela acompanha enquanto integrante da Comissão Especial criada na Câmara dos Deputados para debater o assunto. “Temos tido muita dificuldade para defender os dois pontos principais da proposta feita pelo relator Henrique Fontana: a lista partidária fechada e o financiamento público de campanha. Há muita resistência inclusive de partidos aliados, como o PMDB, que chega a defender o voto distrital”.
Para Erika Kokay, o momento é de buscar o consenso pela aprovação do financiamento público exclusivo de campanha. “O saldo mais positivo que nós podemos conseguir com a reforma política é sem dúvida a aprovação do financiamento público de campanha. O Lula vem tendo um papel fundamental para isso, realizando reuniões com aliados históricos do PT, como o PSB, o PDT e o PC do B”, completou a parlamentar.
Após as intervenções da mesa, o microfone foi aberto para a troca de opiniões e informações entre os participantes do evento.
André Shalders
Assessoria de Imprensa


GDF investe em políticas exclusivas dedicadas às crianças

Uma das mais importantes ações do Governo, neste primeiro ano de mandato, é a atenção às crianças. Prova disso é a criação da Secretaria de Estado da Criança. O DF é a primeira unidade da Federação que conta com esse tipo de implementação, para tratar de políticas de proteção, prevenção e valorização da infância brasiliense.
A Secretaria da Criança também responde pela administração dos centros socioeducativos, conselhos tutelares e Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente, áreas que antes pertenciam à Secretaria de Justiça. O secretário Dioclécio Campos Júnior, médico e ex-presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), vibra com o sucesso da primeira grande campanha de sua gestão, a Olho Vivo. A iniciativa, transmitida em canais televisivos, outdoors espalhados pelo DF e em demais informes publicitários, alerta pais, responsáveis e educadores sobre os perigos dos acidentes que hoje são as principais causas de morte na faixa etária de zero a 14 anos.
“Esta secretaria é um marco fundamental e referência em política pública para a infância no país. Destaco a visibilidade deste governo em ter um órgão voltado exclusivamente às crianças. Também temos a responsabilidade de responder pelas medidas socioeducativas para os adolescentes em conflito com a lei, além dos conselhos tutelares, que recebemos em estado de total abandono, instâncias cruciais para as medidas de proteção. Se formos avaliar, é uma dimensão enorme que, particularmente, eu prezo e preservo com uma política de prevenção”, destacou o secretário da Criança, Dioclécio Júnior.
Creches
Na área da educação, o governo Agnelo reafirma seu compromisso em melhorar o atendimento e aumentar o número de creches. Desde maio deste ano, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal passou a ser a única responsável pela coordenação dos convênios com creches privadas que atendem crianças de 0 a 5 anos na capital. Até então, as tarefas eram divididas com a Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda. Agora, a pasta da Educação será a responsável por todas as atividades oferecidas aos quase 10 mil meninas e meninos atendidos pelas 43 creches conveniadas e 54 unidades de ensino.
Segundo Michele Furtado da Diretoria de Educação Infantil, ligada à Secretaria de Educação, as crianças permanecem nas instituições no período integral. Pela manhã recebem acompanhamento educacional, com a presença do professor. À tarde, “educação e cuidado, sem a presença do educador”. “As crianças atendidas desfrutam de cinco refeições diárias, recebem cuidados higiênicos, participam de atividades lúdicas, entre outros”, afirma Michele.
Para ter a criança matriculada, pais e responsáveis devem se apresentar nas diretorias regionais de ensino das cidades. Os critérios de inserção são: risco social e nutricional e baixa renda.
Nova inauguração
O Governo do Distrito Federal apresentou nessa segunda-feira (10) a nova unidade de Pronto Atendimento Infantil (PAI) do Hospital Regional do Gama (HRG). A reforma durou dez meses e a obra custou R$ 1,1 milhão. Metade deste valor faz parte do convênio firmado entre a Secretaria de Saúde e o Ministério da Saúde para implantar o projeto QualiSUS na rede de saúde pública do DF.
Raquel Coelho
Assessoria de Imprensa

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Eu sou notícia...


No dia  7 de setembro desse ano participei da Marcha Contra a Corrupção em Brasília que contou com a participação de 40 mil pessoas, assim que entrei na Marcha o fotógrafo do Correio Brasiliense tirou uma foto minha e me entrevistou e com isso apareci  no jornal,apesar do meu depoimento ter sido  um pouco distorcido eu pude passar minha mensagem.Muitos jovens fizeram do dia sete de setembro não mais verde e amarelo,  virou preto/luto, o estopim da indiginação foi a absorção da deputada Jaqueline Roriz pelo Congresso.Mais uma vez a juventude está mostrando a sua cara no país, não se acomodando diante de todos os descasos da política, lembrando que o governo Lula foi o primeiro a propor a Reforma Política e que agora está entrando em vigor no governo Dilma e nós todos temos que apoiar esta brilhante iniciativa do governo.

Por falar em notícia, participei no começo do ano, no dia da posse da presidenta Dilma  de um documentário, onde a TVPT me acompanhou em toda a posse para fazer um registro de uma jovem, mulher, militante, participando da posse da primeira mulher presidenta do Brasil...Confiram!!


 Karla Ramalho

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Notícias da Reforma Política...

Correio Braziliense
Marcos coimbra
Com votos a favor de quem é contra e votos contrários de quem é a favor, o financiamento exclusivamente público chega à reta final. Será mesmo aprovado?

Sociólogo e Presidente do Instituto Vox Populi
O financiamento público avança
Nestes dias em que as primeiras propostas de reforma política chegam ao plenário do Senado e enquanto a comissão da Câmara sobre o tema conclui seus trabalhos, muitos se movimentam para apresentar sugestões a respeito do que fazer. É difícil dizer o que sairá disso tudo (se é que alguma coisa vai sair).
Do lado petista, as principais iniciativas vieram do ex-presidente Lula. Cumprindo sua promessa de ser um "embaixador da reforma" depois que deixasse o Planalto, ele dedicou a ela a maior parte de sua agenda ao longo de setembro.
Foram três encontros, com objetivos bem diferentes. O primeiro, restrito a seus correligionários, parece ter sido para que ele se informasse sobre o andamento da matéria no Congresso. Nele, o deputado Henrique Fontana (PT-RS), relator da Comissão Especial da reforma Política da Câmara, bem como outros parlamentares e lideranças petistas, apresentaram suas opiniões.
O segundo teve o intuito de mobilizar alguns partidos da base aliada para a realização de manifestação popular, em Brasília, a favor da reforma, que deverá acontecer no começo de outubro (se tudo correr como imaginam seus idealizadores). Entre os presentes estavam os presidentes das fundações do PT, do PDT, do PSB e do PCdoB. A ideia era engajá-las no esforço de arregimentar sindicatos, associações de estudantes e entidades de mulheres, negros e outros segmentos, para comparecer e pressionar o Congresso.
O terceiro, o mais importante, foi realizado com as lideranças desses partidos e do PMDB, reunidas no Palácio do Jaburu. Contou ainda com a participação do vice-presidente Michel Temer e de outros cardeais peemedebistas. A pauta era mais objetiva, visando a definir um elenco de propostas em torno das quais todos convergissem. O saldo foi magro. Só concordaram com o financiamento público exclusivo de campanhas eleitorais.
A proposta consta do anteprojeto elaborado por Henrique Fontana na Câmara dos Deputados e esteve presente nos trabalhos do Senado desde sua famosa Comissão Especial de reforma Política, aquela dos "notáveis", criada por José Sarney, no início do ano legislativo, com toda pompa.
Lá, ela tinha sido aprovada por ampla maioria: dos 17 senadores presentes à sessão em que foi discutida, 12 votaram pela mudança, incluindo os integrantes do DEM e do PPS. Entre os cinco que preferiram manter o modelo de financiamento que temos, onde recursos públicos e privados são combinados, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) chegou a afirmar ter "até certa simpatia" pelo financiamento exclusivamente público, mas que não votava na proposta por descrer que seu complemento natural, o voto em lista fechada, fosse aceito pelo Congresso. (Curiosamente, o ex-senador Itamar Franco votou pelo financiamento público usando raciocínio oposto, dizendo que fazia isso por ter votado contra a lista fechada.)
Na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, ela foi aprovada, recusada e aprovada de novo. Primeiro, a CCJ derrubou o relatório do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), contrário à proposta. Depois, rejeitou o voto em separado do senador José Pimentel (PT-CE), que lhe era favorável.
Com isso, pareceu que a Comissão rejeitara o financiamento público e não apenas o voto de Pimentel. Foi, aliás, o que proclamou seu presidente.
Estava errado, e Renan Calheiros (AL), na qualidade de líder do PMDB, pediu a retificação do resultado. Foi atendido, o que fez prevalecer a aprovação do novo modelo. Mas a CCJ foi além, considerando que isso significava uma aprovação terminativa, que dispensava a apreciação da proposta pelo plenário e autorizava seu envio direto à Câmara. A oposição não aceitou a decisão e procura as assinaturas necessárias paraa impedir o que entende ter sido manobra de Renan.
Assim, aos trancos e barrancos, entre equívocos e espertezas, com votos a favor de quem é contra e votos contrários de quem é a favor, mas com um time de patronos poderosos, o financiamento exclusivamente público chega à reta final. Será mesmo aprovado?
Duas coisas são certas. Uma, que é um dos temas da reforma política que mais rejeição enfrenta na opinião pública. A vasta maioria das pessoas não concorda que recursos orçamentários sejam destinados às disputas eleitorais. Outra, que é fraco o principal argumento de seus adversários, de que não impede as doações privadas ilegais.
A pergunta não é se o financiamento público resolve o problema, mas se o diminui. E se o modelo vigente é, nesse aspecto, preferível (o que não parece ser).
Valor
Curtas
reforma política
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará de ato em Brasília no dia 4 de outubro para apoiar a reforma política, informou ao site do PT o deputado federal Henrique Fontana (PT-RS), relator da comissão especial que debate o assunto na Câmara. O petista pretende apresentar no dia seguinte ao ato o relatório final do projeto. O texto ainda divide a base. Só há consenso sobre três temas: a realização de referendo para validar as mudanças, o fim das coligações proporcionais e o financiamento público de campanha.
O Estado de São Paulo
Dora Kramer

Reforço de caixa

A reforma política que o PT está propondo à Câmara dos Deputados e que o ex-presidente Lula já encampou como bandeira de luta serve ao partido do poder, mas não serve ao eleitor nem serve para mudar, muito menos para melhorar, o sistema eleitoral vigente no País.
Em alguns aspectos, piora, e por isso é de suma importância que a sociedade se engaje nessa discussão com a mesma disposição com que se alistou no debate sobre a Lei da Ficha Limpa.
É certo que a exigência de vida pregressa sem contas abertas na Justiça para candidatos a representantes populares corre risco. O Supremo Tribunal Federal está para votar a constitucionalidade da lei e pode derrubá-la.
Mas, ainda assim, valeu a pena. Não fosse a pressão exercida sobre o Congresso no início do ano passado, o assunto continuaria fora da pauta nacional, seria apenas uma abstração. A manifestação do STF seja qual for obrigará a algum tipo de solução para o problema.
A dita reforma política engendrada pelo PT é desses assuntos que requerem toda atenção do público. Mais não fosse porque mexe no bolso de todos.
São dois os pontos principais: a instituição do voto em lista mitigado mediante um confuso método misto de escolhas partidárias e nominais e o financiamento das campanhas eleitorais.
Não há no horizonte da proposta nada que favoreça a correção do sistema representativo. O foco é dinheiro e poder.
Quando o PT fala em financiamento público de campanha busca construir um álibi para o julgamento do processo do mensalão no Supremo, baseado no principal argumento da defesa de que não houve corrupção, mas apenas adaptação do partido às exigências impostas pela realidade que obriga partidos e candidatos recorrerem a dinheiro de caixa 2.
Mas não é financiamento público de fato o que propõe o partido. É a constituição de um fundo partidário composto por dinheiro do Orçamento da União, a ser abastecido também por doações de pessoas físicas e jurídicas.
E sem o limite determinado. Hoje as pessoas físicas podem doar o equivalente a até 10% da renda declarada no IR e as jurídicas até 2% do faturamento anual.
Ou seja, ao sistema atual (piorado) acrescenta-se o financiamento público. De quanto? O TSE determinaria o montante, segundo o projeto. Mas, é possível fazer um cálculo aproximado, com base nos R$ 7 por eleitor já propostos em outras ocasiões.
Levando em conta os 135 milhões de eleitores registrados em 2010, teríamos quase R$ 1 bilhão reservado do Orçamento às campanhas. Somado aos atuais R$ 300 milhões do Fundo Partidário e aos cerca de R$ 800 milhões resultantes da renúncia fiscal das emissoras pela transmissão do horário eleitoral gratuito, o gasto público com os partidos ultrapassaria os R$ 2 bilhões.
Isso sem garantia de que não haveria caixa 2.
As doações do fundo dito público seriam distribuídas da seguinte maneira: 5% igualmente a todos os partidos, 15% a todas as legendas com representação na Câmara dos Deputados e 80% divididos proporcionalmente ao número de votos obtidos na eleição anterior.
Ou seja, os maiores partidos de hoje levam a maior parte do dinheiro, o que assegura que continuem sendo os mais fortes. Favoreceria o PT e o PMDB.
Garantida a parte do leão, a distribuição interna entre candidatos só dependeria de um acerto prévio entre as direções e as empresas interessadas, exatamente como é feito hoje.
Os beneficiados? Os eleitos pelas cúpulas do partido para integrar a lista fechada. Por esse sistema o que se teria cada vez mais é a submissão dos parlamentares às respectivas direções, que, no caso dos partidos no poder, significa dizer o governo.
Ah, mas há a possibilidade de se eleger nominalmente metade dos deputados. Por qual sistema?
Diz a proposta: "Dividir-se-á a soma aritmética do número de votos da legenda dados à lista partidária preordenada e dos votos nominais dados aos candidatos nela inscritos pelo número de lugares por eles obtidos, mais um, cabendo ao partido ou coligação que apresentar a maior média um dos lugares a preencher".
Não deu para entender? Pois é, pelo jeito essa é a ideia.
JC Online
Pinga-Fogo
PT faz de tudo para aprovar a sua reforma

O PT planeja um grande ato com Lula, na próxima terça-feira (04), pela aprovação da reforma política. Será no auditório Nereu Ramos na Câmara dos Deputados.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

UEG – LUZIÂNIA SEDIARÁ O IV ENCONTRO DISTRITAL E ENTORNO DE ESTUDANTES DE PEDAGOGIA!

No mês de agosto ocorreu na Faculdade de Educação da UnB o III EDEEPE, onde teve como principais organizadores, estudantes da UnB, UEG-Luziânia e do IESB, que fazem parte da Executiva Distrital e Entorno de Estudantes de Pedagogia. Foram três dias de evento onde reuniu estudantes de pedagogia e pedagogos do DF e Entorno para se discutir e defender os rumos do curso e conseqüentemente da educação.
O tema desse ano foi “EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS: O desafio das IES na Formação Docente”, onde ocorreram mesas sobre Movimentos sociais, Análise do novo PNE, Trajetória dos Direitos Humanos, Estatuto da Criança e do Adolescente e diversas rodas de diálogos sobre:LGBT, Relações étnico raciais, Acessibilidade, Mulheres  e Memória e verdade.
Na plenária final além de eleger os novos membros da Executiva Nacional e da Executiva Distrital e Entorno de Estudantes de Pedagogia, foi escolhido o local do próximo encontro.A vontade da maioria era realizar o encontro fora da UnB, pois todos os encontros foram realizados nela, o principal objetivo colocado na plenária é integrar novos estudantes de pedagogia, principalmente os de faculdades particulares e do Entorno.A decisão dos participantes da última plenária ficou em duas faculdade, a UEG - Luziânia e como suplente o IESB.
A direção, coordenação e acadêmicos da UEG-Luziânia aprovaram a idéia da realização do IV EDEEPE(2012) na Unidade, será uma grande oportunidade de valorizar e divulgar a Universidade, além de dar mais visibilidade aos estudantes de pedagogia do Entorno.Lembrando que esse ano três membros da UEG Luziânia entraram na Executiva Distrital e Entorno de Estudantes de Pedagogia , que são eles:Karla Ramalho PIV, Vânia Hipólito  PIII e Railson Bogary PII.
Vamos juntos, acadêmicos e professores! Vamos fazer desse evento um grande encontro de educação e para o município de Luziânia e para Universidade Estadual de Goiás.

Karla Ramalho

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Tributo a Raul Seixas...








Na terça feira do dia 09 de agosto, aconteceu em Taguatinha no "Karekas Bar" mais um Sarau da Tribo das Artes, grandes parceiros dos Radicais Livres, que incluisve se apresentaram no sarau.
O evento teve como tema, o maior Maluco Beleza que já existiu no Brasil, o grande Raul Seixas.Os Radicais Livres apresentaram uma perfomace poética em sua homenagem, misturada com músicas marcantes de sua carreira.
Foi uma noite muito agradável, Raulzito realmente esteve presente naquele tributo. Pra finalizar o evento em grande estilo,  a banda "Dentadura Portiça", que fez a galera dançar e cantar muito.
Parabéns, queridos parceiro culturais da Tribo das Artes!


Karla Ramalho

Confiram o vídeo da apresentação...

terça-feira, 26 de julho de 2011

Diga How invadindooo!!!



O grupo de rap Diga How lança mais um projeto,  o "Diga How Invade" , o rapper Magú  um dos vocalistas do grupo, fez uma visita ao Centro de Atendimento Juvenil Especializado (CAJE), instituição que menores infratores cumprem medidas socioeducativas.
No vídeo,  Magú entrevista funcionários do CAJE para saber mais sobre o trabalho realizado na instituição, também entrevistou alguns menores infratores que relataram a verdadeira realidade do lugar
Você pode conferir o vídeo e tirar suas próprias conclusões...
Parabéns ao grupo Diga How pela iniciativa e estamos todos  esperando  o próximo,"Diga How Invade".

Para conhecer mais sobre o Diga How, confiram a matéria feita com o grupo no Programa Alternativo do SBT.

Diga How, eu recomendo!

Karla Ramalho

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Eu recomendo!

Eu adoro quadrinhos e tirinhas criativas, irônicas e divertidas, por isso recomento um novo blog de tirinhas...


É o blog da Flávia Helena, artista plástica, moradora de São Sebastião e ex aluna do colégio Centrão,  onde também estudei. Na época em que eu fazia parte do grupo de teatro "Sobrinhos do Seu Tião" ela foi figurinista de uma peça que apresentamos(Xadrez, o Jogo da Vida), por isso eu garanto que ela tem talento.
"Ninguém me tiras", eu recomendo!

Karla Ramalho

52º CONGRESSO DA UNE!





Com gritos exaltados do tipo:

UNE, UNE!É PRA LUTAR, É PRA LUTAR!!
RECONQUISTAR,RECONQUISTAR, A UNE É PRA LUTAR!!
O MOVIMENTO QUE EU FAÇO, TEM MULHER EM TODOS OS ESPAÇOS!!
DILMA ROUSSEF, LEGALIZA O BECK!!


Estudantes de todo o Brasil e especialmente da corrente Reconquistar a UNE, participaram do 52º Congresso da UNE realizado na linda cidade de Goiânia- Goiás, foi o primeiro Congresso com uma mulher na Presidência da República, que não teve sua presença, mas teve a presença do ex-presidente Lula na plenária sobre o PROUNI.
Na minha opinião, achei o Congresso relativemente fraco,a UNE tem deixado pouco a pouco de ser revolucionária e combativa e se tornando governista, por mais que o discurso do presidente da UNE fale o contrário.
A Reconquistar a UNE, corrente de oposição  formada por estudantes membros da Articulação de Esquerda do PT, apesar de pequena teve importante participação no Congresso, com delegados bem politizados e participativos nas plenárias, apesar de pouco espaço,  ela vem seguindo seus ideiais, não fechando com outras correntes apenas para obter cargos na diretoria da entidade e assim não vendendo suas ideologias.


A UNE precisa principalmente lutar pela democratização da educação, desde a Educação Básica ao Ensino Superior, precisa lutar contra a elitização das Universidades Públicas, onde os jovens de periferia e principalmente oriundos de escolas públicas não têm acesso e quando tem,  não conseguem se manter  e são obrigados  a abandonarem o curso por questões financeiras, por isso a importância de um grande investimento em assistência estudantil( R$ 1,3 bilhão),além de acabar com o atual modelo pedagógico das Universidades, ainda influenciado pela Ditadura Militar, onde o principal intuito é apenas a preparação para o mercado de trabalho.
A aprovação do novo PNE também foi um tema bastante discutido no Congresso, principalmente em relação aos 10% investido na educação que foi estabelecido na CONAE, mas o MEC vetou, estabelendo 7% até 2020, além de 50% do Pré Sal para educação, que também não foi aprovado pelo MEC.

Nesse ano o Congresso Nacional irá discutir o novo Plano Nacional de Educação e cabe mais uma vez ao Movimento Estudantil participar dessa grande decisão, que com certeza mudará os rumos do país, contribindo cada vez mais para a melhoria da educação e consequentemente a melhoria da sociedade.
A participação da mulher na política, também foi algo bastante debatido, foi notório a grande participação feminina no Congresso, ocupando todos os espaços de discussão,  tendo também a realização da Marcha das Vadias, que tem como principal bandeira a luta contra o machismo e contra a opressão das mulheres na sociedade, além de levantar temas como a Legalização do Aborto, levando essa discussão além do campo religioso, mas sim, como um direito da mulher sobre seu corpo,  deixando de ser crime para se tornar algo de saúde pública, onde o governo invista cada vez mais em orientação sexual nos postos de saúde e nas escolas e quando por vontade própria a mulher querer fazer uma aborto, ter assistência médica do governo.
Ocorreu também a Marcha da Maconha com a participação de 2 mil pessoas, reivindicando a descriminalização da maconha e a legalização das drogas, pois a situação atual só vem aumentando cada vez mais o tráfico e consequentemente levando crianças e jovens para a criminalidade. A polícia deve prender os traficantes e não os usuários, pois o  indivíduo tem plena liberdade para usar o que quiser e  essa questão é mais um caso de saúde pública, onde o governo deve oferecer tratamento gratuito e eficaz para dependentes químicos.
Em relação a maconha já está mais do que provado que seus efeitos não são devastadores como mostra a mídia de massa, as drogas lícitas são muito mais prejudiciais.
Esse foi um pequeno relato pessoal do 52º Congresso da UNE, espero que a luta continue, que a UNE mude de postura e que as reivindicações sejam atendidas.

SOOOU, SOU ESTUDANTE EU SOU, EU QUERO ESTUDAR, PRA SOCIEDADE MELHORAR!!

Karla Ramalho
RECONQUISTAR A UNE

sábado, 28 de maio de 2011

Jau!


Adoro tudo de inovador, principalmente quando se trata de música. Pouco tempo atrás,  através de uma prima minha que é fã de música baiana, conheci Jauperi, um cantor de samba-reggae que mistura a Bahia com o melhor da música, adoro seu som que é ao mesmo tempo empolgante e envolvente, misturado com esse sotaque baiano que encanta e que embeleza qualquer música.
Jauperi começou cedo, foi cantor da banda Olodum, e levou o som da Bahia para fora do país, participando de shows pela Europa e pelos EUA, compôs junto com Caetano Veloso e dividiu o palco com Marisa Monte,Tracy Chapman, Courtney Pine, Jimmy Cliff, Daniela Mercury, Paralamas, Gilberto Gil, Maria Gadu, Zeca Baleiro e muitos outros.
Jauperi levou o som e a ginga baiana do Pelourinho para o mundo. Eu adorei seu novo cd,   está perfeito do início ao fim, um som pra balançar e também pra curtir juntinho com alguém.
Vamos combinar, além de super talentoso esse baiano é um charme!

JAUPERI,  VIREI FÃ!



Amar é bom
Quando a gente ama
A gente se respeita
Amar é bom
Se a gente se gosta
Tudo se endireita
Amar é bom
Bom, bom, bom
Amar é
Amar, amar, amar
Um amor...(JAUPERI)